sexta-feira, novembro 02, 2007

désert

Oh mon amour, mon âme soeur
Je compte les jours je compte les heures
Je voudrais te dessiner dans un désert
Le désert de mon coeur

Oh mon amour, ton grain de voix
Fait mon bonheur à chaque pas
Laisse-moi te dessiner dans un désert
Le désert de mon coeur

Dans la nuit parfois, le nez à la fenêtre
Je t'attends et je sombre
Dans un désert, dans mon désert, voilà

Oh mon amour, mon coeur est lourd
Je compte les heures je compte les jours
Je voudrais te dessiner dans un désert
Le désert de mon coeur

Oh mon amour, je passe mon tour
J'ai déserté les alentours Je te quitte, voilà c'est tout
Dans la nuit parfois, le nez à la fenêtre
J'attendais et je sombre Jetez au vent mes tristes cendres, voilà

Emilie Simon

Oh o meu amor, a minha alma-gêmea
Eu conto os dias conto as horas
Eu quero desenhá-lo num deserto
O deserto do meu coração

Oh o meu amor, o teu tom de voz
Faz a minha felicidade à cada passo
Deixe-me de desenhá-lo num deserto
O deserto do meu coração

Na noite às vezes, parada na janela
Eu espero e naufrago
Num deserto, o meu deserto, aí está

Oh o meu amor, o meu coração é pesado
Eu conto as horas, eu conto os dias
Eu quero desenhá-lo num deserto
O deserto do meu coração

Oh o meu amor, passo a minha volta
Eu abandonei os arredores
Eu deixo-o, aí está é tudo

Na noite às vezes, parada na janela
Eu esperarei e naufrago
Lanço ao vento as minhas tristes cinzas, aí está

1 comentário:

::::::suissinha:::::: disse...

Ó meu amor, minha alma gemea
conto os dias conto as horas
Quereria desenhar-te num deserto
o deserto do meu coração

Ó meu amor, o teu tom de voz
faz a minha felicidade a cada passo
deixa-me desenhar-te num deserto
o deserto do meu coração

Na noite, por vezes de nariz na janela
Espero-te e desvaneço-me
Num deserto, o meu deserto, aí está

Ó meu amor, o meu coração pesa-me
Conto as horas conto os dias
Quereria desenhar-te num deserto
o deserto do meu coração

Ó meu amor, passo a minha vez
Deixei os arredores
Deixo-te, aí está é tudo

Na noite, por vezes, de nariz na janela
Esperava e desvaneço-me
Deitai ao vento as minhas tristes cinzas, aí está